O que é o autismo e como família e escola podem ajudar Deixe um comentário

Dificuldade de interagir com pessoas, de linguagem e de comportamento, são algumas das características do Transtorno do Espectro Autista (TEA), ou simplesmente Autismo. Estima-se que no mundo, mais de 70 milhões de pessoas sofram com o transtorno, que tem maior incidência no sexo masculino.

O Autismo possui variações de sintomas e situações, que podem ser mais leves até mais graves e intensas. Por conta disso, os pais do autista precisam ser mais próximos e atuantes em sua vida e terem na escola, um auxílio a mais para ajudar o filho a lidar com os desafios da vida e encarar o transtorno da melhor maneira possível.

Neste artigo, trataremos do que é o Autismo e como deve ser o papel dos pais, da família como um todo e principalmente da escola, na hora de contribuir para o crescimento dessa criança e jovem de forma saudável e visando sempre seu bem estar e conhecimento.

Autismo – um transtorno democrático

Ao contrário de muitos transtornos que aparecem por conta de fatores sociais, ambientais e financeiros, o Autismo é democrático, sendo um transtorno que pode ocorrer em qualquer família independente de suas condições sociais, financeiras ou ambientais. 

O Autismo foi descrito pela primeira vez em 1943 pelo médico psiquiatra Doutor Leo Kanner, mas já era conhecido desde 1911 como um transtorno mental, ainda que sem muitas definições de sua causa, sintomas e modo correto de tratamento. 

Com o passar das décadas, especialmente a partir da década de 70, o Autismo começou a ter mais atenção da classe médica, principalmente com o interesse com a Síndrome de Asperger, hoje considerado um tipo de Autismo, mas um pouco mais brando. 

O Autismo é percebido geralmente a partir dos 18 meses de vida, quando é a fase de grande desenvolvimento do bebê como andar, falar e se expressar através de brinquedos e brincadeiras. Os sintomas clássicos do Autismo são:

  • Não consegue brincar de faz de conta;
  • Tem comportamentos repetitivos;
  • Não consegue olhar nos olhos das pessoas;
  • Dificuldade de Comunicação verbal e não verbal;
  • Dificuldade em Interagir socialmente;
  • Geralmente tem um emocional mais sensível e frágil do que o normal.

O Autismo pode assumir um estado mais grave ou mais leve, além do autista não possuir todos esses sintomas. 

O papel dos pais do autista

Como vimos no tópico anterior, o autismo começa muito cedo e é percebido pelos pais amorosos e atenciosos, que entendem que algo não vai bem com o filho. É de suma importância que a família colabore para prover o melhor tratamento psicológico, neurológico e ofereça muito amor, respeito por cada decisão da criança ou jovem e tenha paciência e compreensão de que cada conquista deve ser comemorada.

O papel da escola na formação do autista

A escola tem um papel primordial na formação do autista, pois crianças e jovens com o transtorno, precisam de uma atenção especial, já que possuem dificuldade em se comunicar e interagir com outras pessoas.

Os professores devem ter bom senso e muito carinho ao lidar com o jovem autista, pois este poderá demorar mais para aprender algo básico ou, dependendo do nível de autismo, ter mais picos de agressividade e emocional abalado. Em todos esses momentos os professores devem estar atentos e saber como agir para que todos os alunos aprendam também a ajudar o colega e ele aos poucos se sentir mais confiante. 

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